
Kierkegaard. O Dom Quixote da crença religiosa.
aforismo de Lucian Blaga, tradução de Dan Costinaş
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Citações relacionadas

Não há evidências para a crença de que Marx mantinha nobres ideais com relação à humanidade e teria adotado uma postura anti-religiosa por ter visto a religião como obstáculo a esses ideais. Do contrário, Marx odiava qualquer noção de Deus ou deuses e estava determinado a ser o homem que ia tirar Deus do cenário - tudo isso antes de abraçar o socialismo, que seria apenas a isca para que proletários e intelectuais adotassem para si esse intento demoníaco.
citação de Richard Wurmbrand
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Para escrever um bom livro não considero imprescindível conhecer Paris nem haver lido o Quixote. Cervantes, quando escreveu o Quixote, ainda nao o havia lido.
citação de Miguel Delibes
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Tome o conselho de seu inimigo.
citação de Søren Kierkegaard
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Não há nada em que paire tanta sedução e maldição como num segredo.
citação de Søren Kierkegaard
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Não há livro tão mau que não tenha alguma coisa de bom.
Miguel de Cervantes in Dom Quixote (1605)
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Desocupado leitor: Não preciso de prestar aqui um juramento para que creias que com toda a minha vontade quisera que este livro, como filho do entendimento, fosse o mais formoso, o mais galhardo, e discreto que se pudesse imaginar.
Miguel de Cervantes in Dom Quixote (Prólogo) (1605), tradução de Conde de Azevedo
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A liberdade é um dos dons mais preciosos que o céu deu aos homens. Nada a iguala, nem os tesouros que a terra encerra no seu seio, nem os que o mar guarda nos seus abismos. Pela liberdade, tanto quanto pela honra, pode e deve aventurar-se a nossa vida.
Miguel de Cervantes in Dom Quixote (1605)
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E é bonbon, e é vespa, e é mel, que é das abelhas e não das vespas, e tudo está certo, e o Bebé deve escrever-me sempre, mesmo que não escreva, que é sempre, e eu estou triste, e sou maluco, e ninguem gosta de mim, e tambem porque é que a havia de gostar, e isso mesmo, e torna tudo ao principio, e parece-me que ainda lhe telephono hoje, e gostava de lhe dar um beijo na bocca, com exactidão e gulodice e comer-lhe a bocca e comer os beijinhos que tivesse lá escondidos e encostar-me ao seu hombro e escorregar para a ternura dos pombinhos, e pedir-lhe desculpa, e a desculpa ser a fingir, e tornar muitas vezes, e ponto final até recomeçar, e porque é que a Ophelinha de um meliante de um cevado e eu gostava que a Bebé fôsse uma boneca minha, e eu fazia como uma crença, despia-a, e o papel acabava aqui mesmo, e isto parece impossivel de ser escripto por um ente humano, mas é escripto por mim
Fernando Pessoa in Terrivel Bebé (1929)
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